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Por Onde Anda
 
Saiba aqui onde estão alguns jogadores que já vestiram a camisa rubro-negra do Furacão 
Esses são apenas alguns dos craques que já jogaram pelo Atlético e estão jogando no exterior. E alguns deles ainda ligados, de uma forma ou de outra, ao Atlético. Ratinho e Paulo Rink ainda jogam em times rubro-negros. Andrei foi para outro Atlético (o de Madrid). Se você quiser ver algum outro jogador aqui ou tiver alguma sugestão, mande-nos um e-mail. Mas lembre-se: só valem jogadores que estiveram no Atlético Paranaense e hoje estão no exterior.


 
 
Ratinho: do Atlético para a Suíça e, depois, Alemanha
Ratinho - Éverson Rodrigues, atacante, nasceu em 08 de junho de 1971 em Colorado (PR). Destacou-se  no Matsubara  e veio para o Atlético junto com Tico e Jorge Luís. O rápido atacante fez sucesso com a camisa rubro-negra, mostrando raça, velocidade e técnica. Era um exímio "cavador" de pênaltis. Ratinho, que esteve no clube no começo dos anos 90, protagonizou grandes momentos com Renaldo e Tostão. Depois de uma grande participação no torneio de Winterthur (Suiça) em 92, Ratinho foi vendido a um clube suíco. Depois de passar por outros dois clubes da terra da FIFA, Ratinho teve sua grande chance. No começo do ano foi comprado pelo Kaiserslautern, da Alemanha (ex-clube de Arílson). Time de tradição e de grande torcida, o "Kaiser" havia sido rebaixado, mas foi logo campeão da Segunda Divisão e montou um time forte para a Primeira Divisão desse ano. Hoje, o time é líder, a frente de Borussia Dortmund e Bayern de Munique. E Ratinho , camisa 17, é um dos destaques e ídolo da torcida, que não se cansa de gritar: "Ratinho oooooo, Ratinho oooooo."
 
 
Paulo Rink - Paulo Roberto Rink, atacante, nasceu em 21 de fevereiro  de 1973, em Curitiba (PR). As imagens das jogadas de Paulo Rink na Baixada e seus gols contra o Coritiba no Couto Pereira ainda estão gravados na memória de todo atleticano. Um dos maiores ídolos da História do Furacão, - veja Ídolos - Rink é cria da casa. Começou no Atlético ainda nos infantis e foi profissionalizado aos 17 anos, a tempo de ser Campeão Paranaense em 1990. Entre indas e vindas (para Santa Catarina), Paulo cativou a torcida mesmo formando dupla com Oséas, de 95 a 97, período no qual marcou mais de 50 gols e foi Campeão Brasileiro da Série B. Um verdadeiro atleticano, técnico, raçudo, imbatível no jogo aéreo, carismático e ótimo jogador. Após a brilhante campanha no Brasileirão 96, Rink despertou o interesse de vários times do mundo. O Bayer Leverkusen da Alemanha (por lá já passaram Jorginho, Zé Elias, Paulo Sérgio e, hoje, Émerson) acabou levando a melhor. Pagou R$ 6 milhões "cash" e fez um grande negócio. Rink está estabelecido e joga um pouco mais atrás, no meio-campo. Embora jogando emprovisado no meio-campo, o camisa 15 do Bayer ruma para virar ídolo dos frios torcedores alemães e ainda alimenta a esperança de voltar um dia ao clube que ama, o Atlético Paranaense. Estamos esperando.  
Paulo Rink: no Bayer, pensando em voltar um dia.
 
 
Leônidas: poucas chances no Atlético e futuro no Benfica
Leônidas - Leônidas Ferreira de Paula Júnior, meia, nasceu em 23 de fevereiro de 1975, em Goiânia (GO). Leônidas começou no modesto Corinthians de Alagoas, mas logo chamou atenção do futebol nacional. Foi contratado pelo Grêmio de Porto Alegre, mas o time estava fechado e não teve muitas chances. Também no Corinthians Paulista a situação foi a mesma: não teve chance. E no Atlético Paranaense a coisa não mudou. Ele chegou aqui no meio do Paranaense de 96 e viveu a macabra "Era Cabralzinho". Nem que todos quisessem ele iria conseguir se manter com as loucuras do treinador. Acabou deixando o Atlético após algumas poucas partidas. Jogou no Dínamo de Moscou (Rússia) e hoje integra o elenco do Benfica de Portugal, jogando ao lado de Paulo Nunes. O camisa 14 benfiquista alterna partidas como titular e reserva e é considerado ainda uma das promessas do clube luso
 
 
Andrei - Andrei Frascarelli, zagueiro, nasceu em 21 de fevereiro de 1973, em Pederneiras (SP). Andrei é outro que entrou para história do Clube Atlético Paranaense. Chegou aqui em meados de 96, junto com Leão, credenciado por ter ganho a Bola de Ouro de melhor zagueiro de 95. Logo na partida de estréia, uma brilhante atuação. Anulou Túlio e marcou 2 gols na vitória rubro-negra sobre o Botafogo por 3-1. Raça e vontade. Duas palavras que nunca faltaram no jogo de Andrei. Além disso, a cabeçada e o chute forte foram outros fatores que o ajudaram a marcar muitos gol com a camisa rubro-negra. Logo virou ídolo, formando dupla de zaga principalmente com Reginaldo. Andrei havia passado pelo Palmeiras, Seleção Brasileira, Fla, Flu e Juventude, mas foi aqui que encontrou sua verdadeira casa. Com seu futebol técnico e ódio pelo Coritiba e Paraná, conquistou a torcida. Na metade do ano foi vendido a outro Atlético, o de Madrid, aonde está tendo um estrondoso sucesso. É titular absoluto e foi eleito o melhor jogador no clássico Real-Atlético, ganhando nota 9 da imprensa espanhola e provando que adora acabar com os rivais locais. Feliz, Andrei, a exemplo de Paulo Rink, ainda espera voltar ao Furacão, para trazer mais alegria à torcida que tanto vibrou com seus gols.
Andrei: jogando num dos maiores clubes do mundo, pensa em voltar ao Furacão, o melhor do Brasil.
 
 

 

Ok, gostei de me lembrar dos jogadores que estiveram no Furacão, mas quero conhecer os jogadores atuais
 
Achei legal saber onde estão os ex-craques rubro-negros e quero voltar para a Página Inicial