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Entrevista

Confira a primeira entrevista da Página do Furacão com o ídolo Paulo Rink



 
 
Paulo Rink

Paulo Rink disputa bola com Leomar, na partida Atlético 6-2 Sport, pelo Brasileiro de 96. Paulo marcou dois gols nesse jogo.
Ele começou a jogar pelo Atlético. Sempre foi artilheiro, desde as categorias de base. Em 1990, foi profissionalizado aos 17 anos. Logo nesse ano foi campeão paranaense. Sofreu com a má administração do Atlético àquela época e acabou sendo "queimado" na gíria do futebol. A torcida "pegava no seu pé" por ser prata-da-casa. Preferia os jogadores de fora. O garoto não desistiu. Depois de indas e vindas à Chapeconese - tornou-se ídolo e artilheiro em Santa Catarina -, Ademir Adur pensou bem e resolveu dar uma chance ao garoto, não custava nada. Era 1995 e ele chegava para a disputa da Série B. Veio desacreditado. A torcida depositava as esperanças na dupla de ataque Oséas e Helinho. Mas o técnico Zequinha sabe das coisas. Escalou-o com a camisa 11, ao lado do recém-chegado Oséas. Agora sim. Virou ídolo, foi camepão brasileiro da Série B, marcou 11 gols no mesmo torneio e sempre marcava um gol em Atletibas. O que mais a torcida poderia querer? Em 96, foi o artilheiro do time e o terceiro do Brasil com 13 gols. Tornou-se o maior artilheiro do Primeiro Semestre de 97 entre os grandes estados brasileiros (só perdeu para Sandro, do Fortaleza. Mas o Campeonato Cearense conta com inúmeras fases e jogos). Em dois anos de sua volta ao Atlético havia marcado 54 gols. E mais do que isso. Paulo Rink entrou para a história do Clube Atlético Paranaense e conquistou toda a torcida rubro-negra.

 
Nesse entrevista, Paulo Rink fala de seu passado no Atlético, de seu presente no Bayer Leverkusen da Alemanha e sobre o que pretende fazer no futuro. Conta ainda histórias, fala de gols em Atletibas e de sua esperança em jogar pela Seleção Brasileira . Espero que você atleticano leia essa entrevista lembrando-se dos gols de Paulo Rink, um verdadeiro rubro-negro.
 
 
 
 

A Página do Furacão: Como você começou a jogar futebol? Sempre sonhou em ser um jogador profissional?

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Você sempre torceu para o Alético, desde seus tempos de criança? Como você começou a jogar pelo rubro-negro?

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Você se sentiu injustiçado nas vezes em que foi emprestado à Chapecoense de Santa Catarina?

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Como era jogar ao lado de Oséas? Vocês tinham jogadas ensaiadas entre si ou tudo surgia na hora do jogo?

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Existia algum privilégio para algum na hora de marcar um gol? Exemplo: se algum nao marcasse um gol ha tempo, o outro tentava ajuda-lo ao inves de marcar o seu proprio gol?

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Quem foi o técnico que realmente apostou que a dupla poderia dar certo? E o técnico que mais te ajudou no Atlético? 

Paulo Rink:

A Página do Furacão: Como é jogar com uma torcida tão fanática, como a do Atlético, gritando o seu nome?
Paulo Rink:

A Página do Furacão: A sensação de jogar - e ganhar - um Atletiba é mesmo especial? E o que você sente ao marcar um gol num clássico e ver a torcida explodindo na arquibancada?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: E jogar na Baixada? Também é uma emoção diferente?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Qual foi o gol mais bonito e o mais importante que marcou em sua carreira?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Você pensa em algum dia jogar pela Seleção Brasileira ou acha que para isso terá que jogar num time da Espanha, da Itália ou mesmo do Brasil?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Todos sabem que a vida de jogador de futebol profissional é muito difícil. Você sofreu muitas críticas no começo de carreira, pois foi lançado muito jovem no time profissional. Como conseguiu dar a volta por cima e se tornar um dos maiores ídolos da história do Atlético Paranaense?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Por que você resolveu sair do Brasil e do Atlético naquele momento? Não seria o caso de disputar mais um Brasileiro antes de tentar a carreira internacional?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Como está sendo sua adaptação ao futebol alemão? Você está na reserva do Bayer Leverkusen? E jogando no meio-campo?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: E sua vida na Alemanha fora o futebol, como está? Já está apredendo a falar alemão? Leverkusen é uma cidade muito diferente de Curitiba?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: O ex-atacante da Seleção Alemã, Rudi Voeller é dirigente do Bayer. Ele, sendo um dos maiores atacantes da história do futebol mundial, está lhe dando muitos conselhos?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Quando termina seu contrato com o Bayer? No Brasil surgiu um boato que o Cruzeiro tentara sua contratação. Agora, muitas pessoas garantem que você irá para o São Paulo, numa troca com o lateral Serginho. O que você tem a dizer sobre isso? É verdade?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Qual seu melhor amigo entre os jogadores de futebol? Ainda mantém contacto  com jogadores atleticanos?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: Você está tendo alguma notícia da participação do Atlético nesse Brasileiro? De que forma? E o que está achando da campanha?

Paulo Rink:
A Página do Furacão: E, finalmente, você não pensa em jogar na nova Baixada vestindo novamente a camisa do Atlético? Quando você volta?

Paulo Rink:

 
 

 
 
Legal, gostei da entrevista com o Paulo e agora gostaria de saber como ele está no Bayer
 
 
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