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Curiosidades

Tudo o que você sempre quis saber, mas tinha medo de perguntar


O ATLÉTICO é conhecido por FURACÃO devido a campanha arrasadora da equipe Rubro-Negra em 1949. O ATLÉTICO simplesmente arrasou seus adversários, ganhando 11 das 12 partidas que disputou , marcando 49 gols, mudando a forma de jogar da época, revelando ídolos. Assim como o fenômeno da natureza, o Furacão arrastou tudo e todos que viu pela frente.
 

O primeiro campeão paranaense foi o Internacional que viria a formar o ATLÉTICO , em 1915.
 

Alfredo Gottardi, o Caju "Majestade do Arco", atuou por 17 anos no ATLÉTICO, recusando-se a jogar por outra equipe. Em 45 e 46 ele jogava como goleiro do time principal e centroavante do aspirante, marcando 5 gols inclusive. Caju jamais vestiu outra camisa a não ser da Seleção Brasileira, da Seleção Paranaense e do ATLÉTICO. Hoje, o Centro de Treinamentos do clube leva seu nome.

A primeira transmissão radiofônica no Paraná foi em 02/09/34, na Baixada, onde o ATLÉTICO empatou em 1 X 1 com o coritiba. A cobertura foi feita pela Rádio Clube Paranaense PRB-2.
 

No campeonato de 43, no qual o ATLÉTICO bateu o coritiba por 3 X 2, o goleiro Caju defendeu um pênalti no último minuto, dando início a festa que só a massa atleticana sabe fazer. Na manhã seguinte, os atleticanos declararam feriado, pendurando uma galinha morta com a camisa do coxa em frente à uma cafeteria no centro da cidade. Já em 90, um porco pintado de verde foi solto no campo, pois galinha é a mãe de coxa-branca, sendo que o porco representa melhor a torcida alvi-verde.

O Presidente Jofre Cabral e Silva foi quem apelidou os torcedores do coritiba de "coxa-branca". O ATLÉTICO conhecido como Cartola (apesar de ser o time do povo) e o coritiba como alemão. Devido a alvura dos jogadores coritibanos, Jofre começou a chamá-los de "coxas-brancas" que no início era apenas pejorativo, hoje é sinônimo de porco.

Sicupira foi o maior artilheiro da história do ATLÉTICO, fazendo 131 gols. Em 1970 fez 26 gols e em 1972 assinalou 30 gols, marca jamais superada em campeonatos paranaenses.

ATLE-tiba é o nome do clássico entre ATLÉTICO e coritiba. É o clássico de maior rivalidade do estado.

Em 1/12/46, um clássico ATLE-tiba durou apenas 8 minutos. A rivalidade acirrava-se depois dos campeonatos de 41, 43 e 45, e este jogo no Alto da Glória prometia muito. Estádio lotado, grande empolgação e a certeza de um grande jogo. Aos 6 minutos o coritiba faz 1 X 0 ; porém Jackson empata dois minutos depois. Na comemoração, Cireno (que fazia dupla de ataque com Jackson), irreverente, tirou o gorro do goleiro Belo, do coxa, revelando sua vistosa careca que ele não gostava de mostrar. Belo foi atrás de Cireno e o pau comeu solto. O juiz esperou o término da batalha e expulsou Belo. Dirigentes e jogadores do coritiba retiraram-se de campo em protesto. Passados os 15 minutos legais, e da negativa dos coxas em continuar a partida, o ATLÉTICO foi considerado vencedor. Como se vê, não é de hoje que o coxa foge do Furacão!

Ivan e Walter foram os seguidores de Jackson e Cireno na sina das grandes duplas de ataque do ATLÉTICO, isso nos anos 60. Ivan era um vigoroso centroavante que nunca perdeu um ATLE-tiba e sempre foi fiel as cores do ATLÉTICO. Walter foi jogar no coritiba e por isso não merece registro.

Igualmente foi Zé Roberto, que dizem que jogava muito, mas foi pro coxa e desaprendeu o futebol que teve no ATLÉTICO.

Em 78 jogavam ATLÉTICO e Colorado na Baixada. Eram 30 minutos do segundo tempo e o placar apontava 4 x 0 para o time adversário com justiça. Torcedores iam saindo cabisbaixos quando Ziquita faz um, o de honra. Aos 34' novamente o atacante marca . Começa uma festa na Baixada. Aos 36' Ziquita faz outro e o estádio vem abaixo. Torcedores voltam da rua, a galera insandece nas arquibancadas, afinal assim perder assim valia a pena! Mas aos 43' ele - sim Ziquita!! - empata a partida . Eram inacreditáveis 4 x 4! Ziquita nunca brilhou tanto em tão pouco tempo. Poderia ser mais, se aos 44' a falta cobrada por Ziquita nao atingisse o travessão do goleiro colorado. Muitos juram que o estádio ficou calado e a trave tremia. Seria demais para qualquer coração. Festa é pouco para designar a histeria coletiva que tomou conta da cidade, afinal foi uma vitória com aparência de título.

O ATLÉTICO fez finais e venceu o coritiba em 43, 45, 83 e 90.

Atleticanos aprendam a odiar estes nomes: Ataíde Santos, Kalil Karam Filho, Afonso Vítor de Oliveira e José Carlos Marcondes, pois várias vezes prejudicaram o ATLÉTICO com suas péssimas arbitragens.

O estádio do ATLÉTICO é conhecido como Caldeirão do Diabo porque sempre que joga lá faz suco dos adversários.
 

O ex-presidente do coritiba, Sr. Joel Malucelli, foi campeão pelo infantil do ATLÉTICO, em 57, fazendo inclusive o gol do título e provando que no fundo todo mundo tem um pouco de atleticano. Muitos falam que esta foi a maior alegria de sua vida!

 
 


 
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